Reciclando Palhetas
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quinta-feira, 23 de março de 2017
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
História da Origem das Palhetas
História da Origem das Palhetas
Nesta sessão você conhecerá
os termos mais comuns, muitos detalhes, curiosidades e uma boa sugestão de como
guardar e conservar uma coleção de palhetas!!!
O Nome
O nome em português
"PALHETA", em inglês "PICK", ou ainda "PLEC" tem
origem na palavra PLECTRUM (ou PLECTRA, no plural). Mas o
que significa esta palavra?
De acordo com o que Will Hover diz em
seu belo livro denominado: "Picks! The Colorful Saga of Vintage Celluloid Guitar Plectrums" (Miller Freeman Books, San Francisco, CA, © 1995), a definição de plectrum é:
plectrum / plek'tram / n., pl.,
plectra/plectrums [L, fr. Gk. plectron]
1. Um pequeno pedaço de madeira,
metal, marfim, etc. para tocar as cordas de uma lira, bandolim, guitarra,
etc.
|
Bem... um pouco mais familiarizado com
as denominações, vamos então ver alguns outros detalhes e curiosidades
interessantes sobre o fantástico "Mundo das Palhetas"... e de uma
forma gostosa: com ilustrações!!!
A Origem
Tal como tantas estórias sobre inúmeros
artefatos, a origem das palhetas, assim como a dos próprios instrumentos de
corda, perdeu-se no tempo. Alguns historiadores afirmam ser o arco utilizado
para disparar flechas, o primeiro instrumento de corda... e uma ponta de flecha,
a primeira palheta!!!
Algum músico (!?) num passado bastante
distante deve ter observado que tocar uma corda (seja lá o que fosse uma corda
naquela época!) com um pedaço de madeira, osso ou pedra, produzia um som com
tonalidade e volume diferenciados.
Alguns cientistas em Katanda, África,
desenterraram o que parece ser um tipo de instrumento de corda, acompanhado do
que parece ser uma palheta, datados de aproximadamente... 70.000 anos. Com
certeza, há mais de dois mil anos atrás, palhetas já eram bem utilizadas por
egípcios, chineses e pelos povos árabes, sendo introduzidas na Península
Ibérica com a invasão dos Mouros, em 711 D.C.
Os Materiais
Praticamente, todos os materiais
naturais foram testados na fabricação de palhetas. Dentre eles, principalmente
pedras, madeiras, ossos, marfim, conchas, madrepérola, couro, chifres, metais e
casco de tartaruga marinha foram largamente testados, sempre na busca de um
material que resultasse numa melhor combinação entre tonalidade e
flexibilidade.
No começo do século retrasado, o casco
de tartaruga marinha (infelizmente ainda não havia o Green Peace!) foi muito
utilizado na fabricação de palhetas, que foram largamente exportadas da Europa
para a América, tornando-se o primeiro material utilizado para a fabricação destes
artefatos em escala industrial. No entanto, o processo era todo manual, lento e
desde aquela época, já não visto com bons olhos pelos naturalistas.
A primeira grande resposta à busca,
estava num dos materiais mais maravilhosos e revolucionários já produzidos pelo
ser humano: a celulóide! O primeiro plástico comercial.
Descoberto por John Wesley Hyatt em
1870, a celulóide, um material semi-sintético, fez parte do cotidiano do mundo
inteiro sob a forma de diversos objetos. Palhetas de celulóide foram produzidas
em larga escala comercial, pois podiam ser fabricadas em diversos padrões de
cores, espessuras e formas diferentes e comercializadas a baixíssimo custo...
porém, esta ainda não seria a solução final!
Muitos outros materiais sintéticos e
bem mais baratos começaram a ser descobertos e testados como palhetas,
substituindo aos poucos a celulóide: polímeros, baquelita, acetato, acrílico,
nylon, fibras plásticas de carbono, plásticos cerâmicos, delrin e, mais hoje em
dia, plásticos compostos e laminados assim como material celulósico
termoplástico.
Se a busca chegou a uma solução
final... como podemos saber? As palhetas produzidas hoje são de altíssima
qualidade e de vários tipos de plásticos especiais. Quem sabe a indústria ainda
não revelará um material que fará com que as palhetas de hoje, soem como as
primitivas de ontem...
A Primeira Palheta Impressa
Qual foi o primeiro artista, ou banda,
a ter uma palheta personalizada???
Nick Lucas, ou melhor, Nicolas
Lucanese, nasceu em Newark, New Jersey em 22 de agosto de 1897 e sua maior
contribuição ao mundo da música, foi seu estilo de tocar seu banjo, enquanto
cantava, com uma palheta plana (como conhecidas hoje em dia as palhetas!), pois
naquela época, praticamente, só se utilizavam as palhetas de dedo, que são
palhetas que ficam presas ao dedo.
No começo dos anos 30, Joe Nicomede,
amigo de Luigi D'Andrea, trabalhou em um formato de palheta plana sugerido por
Nick, resultando no formato mais famoso do mundo, conhecido hoje como Standard, ou No. 351. Naquela época, esse tipo de palheta ficou conhecida como Formato Nick Lucas e assim era pedida nas lojas. A
primeira palheta impressa remonta desta época e tinha gravado o nome de Nick
Lucas. Eram palhetas de celulóide com a gravação em ouro.
Infelizmente a voz de Nick calou-se em
28 de julho de 1982, porém, sua idéia de tocar seu instrumento segurando uma palheta e não tendo-a encaixada nos
dedos, seguiu sua estória tornando-se hoje um acessório essencial para os
músicos e verdadeiros objetos de desejo para os fãs, quando personalizadas.
O Museu das Palhetas possui algumas palhetas bastante raras de Nick Lucas dos anos 60 e uma,
raríssima, que remete realmente aos anos 30, a mais rara de todas! Veja-as na
sessão de fotos no link "Nick
Lucas"!!!
Como Catalogar As Palhetas?
Embora muitos detalhes interessantes
possam ser utilizados para catalogar as palhetas, do meu ponto de vista há
cinco, mais importantes, para se observar ao descrevê-las. São eles:
1. Cor da palheta
Embora existam inúmeras cores de
palhetas disponíveis, as mais utilizadas são: preta, cinza, branca, creme,
amarela, laranja, vermelha, roxa, rosa, azul, ameixa e verde.
Logicamente, existem diferenças de
tonalidade entre os fabricantes, por exemplo, uma palheta vermelha fabricada
pela Fender, em geral não tem o mesmo tom de vermelho de outra palheta
fabricada pela Dunlop, ESP, D'Addario, Pick Boy, etc.
Além disso, a cor pode ser: clara,
escura, média, fosca, brilhante, néon, transparente, metálica, fosforescente
(que brilha no escuro), entre outras.
Para exemplificar, uma palheta azul
pode ser simplesmente azul ou azul fosca, azul metálica, azul néon, azul clara,
azul transparente e assim por diante. Logicamente, cada um pode fazer a sua
própria tabela de cores com mais ou menos diversificações para classificar suas
palhetas. De um modo geral, estas aqui apresentadas são suficientes.
Alguns exemplos de cores de fundo mais
comuns estão mostrados na foto abaixo:
Azul (Alabama - Jeff Cook), Amarela
(Marilyn Manson - Johnny 5), Rosa (Faster Pussycat - Brent Muscat), Branca
(Eagles - Don Felder), Preta (Danzig - John Christ), Vermelha (Ringo Starr Band
- Mark Rivera), Verde (Kiss - Peter Criss), Roxa (Royal Hunt - Steen Mogensen),
Cinza (Van Halen - Michael Anthony) e Laranja (White Zombie - Jay)
Existem vários outros tipos de padrão
para definir a cor de uma palheta. Alguns mais freqüentes de se encontrar são:
- Casco de Tartaruga (Tortoise Shell): são palhetas marrons com uma
certa transparência, contendo algumas manchas amareladas;
- Multicor: são palhetas cujo fundo é formado por uma
miscelânea de cores, em geral, branca, azul, vermelha e preta;
- Perolizadas: as cores perolizadas são muito bonitas e
existem principalmente para as cores: madrepérola, cinza, azul, verde,
turquesa, roxa, vermelha, amarela e branca.
Na foto abaixo podem ser vistos quatro
padrões diferentes de fundo:
Xadrez Preto e Prata (David T.
Chastain), Casco de Tartaruga (Alice Cooper - Stef Burns), Multicor (Creedence
Clearwater Revisited - John Tristao) e Cinza Pérola (The Cult - Billy Duffy)
Naturalmente, existem várias outros
padrões de cores compostas e de fundos para as cores das palhetas, tais como:
cromada, marrom, dourada, prateada, glitter, incolor, entre outras.
2. Formato
Os principais formatos existentes para palhetas
são:
· Padrão
(Standard): o tipo mais comum de palheta...
acredito que 90 por cento das palhetas fabricadas e utilizadas são neste
formato;
· Elíptica
ou Cunha: (Elliptical ou Wedge): geralmente utilizadas
por baixistas por serem maiores e mais robustas, facilitando tocar as cordas
mais grossas. São no formato de um triângulo eqüilátero, porém com os lados
curvados;
· Triangular
(Triangle): são palhetas no formato exato de um
triângulo eqüilátero com os lados retos. Também são bastante utilizadas pelos
baixistas por tratarem-se de palhetas maiores e mais robustas. Em geral são
palhetas grossas;
· Jazz: são palhetas que lembram as do formato padrão, porém, em geral, são um
pouco menores;
· Lágrima
e Mini-Lágrima (Tear Drop e Small Tear Drop): são palhetas menores do que as Jazz e têm um formato de gota - daí a
denominação - sendo as palhetas mini-lágrima, um pouco menores ainda;
· Barbatana
de Tubarão (Shark Fin): são palhetas cujo formato lembram realmente uma
barbatana de tubarão. São mais ou menos do tamanho de uma palheta padrão;
· Outros: podem existir infinitos formatos para palhetas... novamente, depende da
imaginação de cada um! No entanto alguns formatos menos utilizados, porém já
comuns e padronizados são: Coração, Sextavada ou Diamante, Formatos Poligonais
e palhetas de dedo.
Assim como foi comentado no item
anterior, existem pequenas diferenças entre os formatos de acordo com o
fabricante, porém, de um modo geral, é isto.
A foto abaixo mostra vários formatos de
palhetas:
Padrão (Live), Elíptica (White Zombie -
Sean), Triangular (Mr. Big - Billy Sheehan), Jazz (Mr. Big - Paul Gilbert),
Lágrima (Hades), Mini-Lágrima (The Mavericks), Barbatana de Tubarão (Therapy? -
Michael Mc Keegan), Coração (Joan Jet & The Blackhearts - Ricky Byrd) e Diamante
ou Sextavada (Loudness - Akira Takasaki)
3. Impressões e gravações
As gravações e impressões podem
aparecer em apenas uma face da palheta ou em ambos os lados da mesma. São elas
as responsáveis pelas principais caracterizações utilizadas ao descrevermos uma
palheta. Existem inúmeros tipos de impressões e gravações e as principais
categorias estão definidas a seguir:
· Logotipo
da Banda ou do Artista: quando há um logotipo
da banda ou do artista impresso na palheta. Não se trata apenas do nome, mas
realmente um logotipo;
· Logotipo
do Fabricante: quando aparece um logotipo do
fabricante, não apenas o nome, mas realmente um logotipo. Os mais comuns de
serem vistos são logicamente dos maiores fabricantes: Dunlop, Fender,
D'Addario, Pick Boy, Dean Markley, D'Andrea, ESP e Gibson;
· Nome: pode ser o nome da banda, do artista ou mesmo do fabricante, porém, que
não se trate de um logotipo e nem de uma assinatura;
· Assinatura: trata-se de um dos itens mais legais de uma palheta! Na grande maioria das
vezes aparecem assinaturas referentes ao guitarrista ou ao baixista da banda.
Porém, existem músicos como bateristas, tecladistas, vocalistas ou outros, que
também fazem palhetas para fins promocionais. Um caso clássico são as palhetas
de Peter Criss, batera do Kiss, que sem dúvidas, é um dos músicos "fora-das-cordas", que mais possui palhetas
personalizadas. Só para citar mais alguns, Nick Menza, ex-baterista do
Megadeth, Jon Oliva, vocais e teclados do Savatage e Mick Jagger (sim, ele
mesmo!), possuem palhetas personalizadas!
· Desenhos: para mim, trata-se do estado-da-arte de uma palheta! É inspiração pura! Existem artistas que não ligam muito
para desenhos em suas palhetas; por outro lado, existem verdadeiras mini obras
de arte, tanto no caminho da beleza quanto no caminho do bom senso. Na minha
opinião, palhetas com desenhos bem sacados são absolutamente...
"Fantásticas";
· Fotos: alguns artistas colocam suas fotos impressas nas palhetas. Vale
ressaltar aqui, que muitos artistas utilizam suas caricaturas nas palhetas, mas
estes casos devem ser incluídos no item "desenhos". O que vale aqui é
a foto impressa mesmo! Um caso famoso é o das palhetas do B.B. King, que tem
vários tipos de fotos impressas em diversas de suas palhetas. Outra banda bastante
conhecida que utiliza fotos de seus músicos nas palhetas é a banda norte
americana Cheap Trick.
A foto abaixo mostra mostra alguns
exemplos de impressões:
Logotipo da Banda (Bachman-Turner
Overdrive - C. F. Turner), Logotipo do Fabricante (D'Addarrio - Dave Salyer),
Nome (Fleetwood Mac - Dave Mason), Assinatura (Ozzy Osbourne - Zakk Wilde) e
Desenho (Skid Row - Rachel Bolan)
... e a foto abaixo mostra três
Palhetas com as fotos impressas dos artistas:
Cheap Trick
(Tom Peterson e Rick Nielsen) e B. B. King
Finalizando, vale ainda ressaltar que é
bastante comum aparecer palhetas que combinam várias destas características
simultaneamente, apresentando por exemplo, assinatura do artista, logotipo da
banda, desenho, etc. numa única face.
A foto abaixo mostra três palhetas com
características combinadas em uma única face:
Logotipo da Banda e Nome (INXS - Kirk
Pengilly), Assinatura e Nome (John Entwistle) e Assinatura e Logotipo do
Fabricante (Kamelot - Thomas Youngblood, SIT Strings)
4. Marcas de uso
As Marcas de Uso são uma classificação
um tanto pessoal e descrevem o estado da palheta, ou seja, se ela está novinha,
se está riscada, raspada, ou se foi ou não usada pelo músico. De um modo geral,
costumo classificar minhas palhetas da seguinte forma:
· Sem
Uso: quando a palheta está novinha, sem
arranhões, sujeira ou outra marca qualquer de desgaste. Geralmente palhetas
nestas condições são obtidas diretamente dos artistas, equipes de trabalho e
promotores de shows, sem terem sido utilizadas;
· Uso
Leve: quando a palheta apresenta marcas leves
de risco ou de desgaste por terem sido pouco utilizadas num show, em algum
ensaio, ou ainda numa passagem de som;
· Uso
Médio: quando algum arranhão se faz mais
pronunciado ou ainda, quando a palheta tem pequenos picotes nas laterais devido
ao seu uso um pouco mais prolongado. Porém, esse desgaste não prejudica a
visualização da impressão ou da gravação contida na palheta. Muitos
colecionadores gostam destes tipos de palhetas por terem, diríamos,
"cumprido suas missões";
· Uso
Pesado: é quando a palheta realmente FOI-PRÁ-GUERRA! Geralmente, estas palhetas apresentam um desgaste bastante acentuado
devido ao seu uso prolongado, prejudicando, ou mesmo tornando quase impossível,
a visualização de qualquer impressão ou gravação.
A foto abaixo mostra três tipos de
palhetas em diferentes condições de uso:
Sem Uso (Cinderella - Sammy Bones), Uso
Médio (Death Angel - Rob Cavestany) e Uso Pesado (Cats: Choir - o outro lado
está praticamente ilegível!)
5. Espessura
Neste item a diferença entre
fabricantes também é grande, cada um adotando medidas particulares para definir
a espessura de suas palhetas. Porém, genericamente falando, as palhetas são
classificadas de acordo com esta característica da seguinte forma:
· Fina (Thin ou Soft): tratam-se de palhetas bem finas e muito flexíveis;
· Média (Medium): é a espessura mais comum e mais utilizada. Combinada com as palhetas do
formato Standard, geram o tipo de palheta mais utilizado no mundo! Possuem um
padrão intermediário de espessura e flexibilidade;
· Grossa (Heavy): é uma palheta mais dura e quase sem flexibilidade;
· Extra Grossa (Extra
Heavy ou X-Heavy): trata-se de uma palheta bastante
grossa, dura e inflexível.
Dificilmente a espessura aparece
especificada numa palheta personalizada. Quando isto ocorre, geralmente a mesma
aparece especificada em apenas um lado da palheta e pode vir designada das
seguintes formas:
· Por Escrito: Thin, Medium, Heavy, Extra Heavy (ou X-Heavy);
· Por Uma Letra
Indicativa: "T ou S" para as finas,
"M" para as médias, "H" para as grossas e "XH"
para as Extra Grossas;
· Em Milímetros: .50 mm, 1.0 mm, 1.14 mm, 2.0 mm, etc.
Um exemplo destas medidas para
servir apenas de modo ilustrativo da ordem de grandeza das espessuras, uma vez
que elas também divergem de acordo com o fabricante, pode ser visto na tabela
abaixo.
ESPESSURA
|
MEDIDA APROXIMADA (mm)
|
THIN
|
0,50
|
MEDIUM
|
0,75
|
HEAVY
|
1,00 - 1,50
|
X-HEAVY
|
2,00
|
A foto a seguir mostra três exemplos de
como a espessura pode aparecer especificada numa palheta:
Em milímetros (Suicidal Tendencies -
Dean Pleasants, 2.0 mm), pela letra (Bury Me Deep - Methis Metsola, M) e por
escrito (Alice Cooper - Greg Smith, Extra Heavy)
O Valor
** Quanto custa uma palheta? **
Para mim o valor sentimental vem em
primeiro lugar! Se eu gosto da banda ou do artista, a palheta, no meu entender,
não tem preço. Se por outro lado o artista ou a banda não for do meu maior
interesse, não me importa a raridade da palheta ou seu alto custo para um outro
colecionador... para mim, não será uma palheta valiosa, uma palheta especial!
Desta forma, além de ampliar minha coleção, minha principal meta é conseguir
palhetas de bandas e artistas de quem realmente eu gosto.
Aliás, se alguém está pensando em
lucros então o hobby perde sua
caracterização transformando-se numa verdadeira "Dor de Cabeça"!!!
É importante lembrar que:
Ao se colecionar algo, o importante
é se divertir com o que se está fazendo!!!
|
Como guardar e conservar a coleção?
A primeira coisa que faço quando
adquiro uma palheta, qualquer que seja a procedência, é lavá-la bem com sabão
neutro e secá-la cuidadosamente com um pano macio e absorvente. Isto evita que
qualquer depósito de gordura dos dedos ou marcas de sujeira permaneçam na
palheta. Após isto, ela não será mais tocada com as mãos. Jamais devem ser
utilizados álcool ou produtos mais abrasivos para limpar as palhetas.
Ah, jamais coloquem fitas adesivas,
tipo Durex, para prender suas palhetas num álbum ou coisas assim, pois certos tipos
de celulose adoram "comer" a cola destas fitas podendo em muitas vezes, danificar permanentemente a
palheta!
Posteriormente, cada palheta é
catalogada numa listagem que eu chamo de Listagem Completa. Nesta listagem, aparecem as seguintes informações:
Banda: Cor da Impressão em Cor de
Fundo / Formato / Impressos da Frente / Impressos de Trás / Curiosidades
(quando tiver alguma!)
|
Feita a catalogação, a palheta é
guardada em um álbum de folhas plásticas transparentes com bolsas, específico
para se acondicionar uma coleção de moedas. Logo, essas folhas plásticas podem
ser adquiridas geralmente em numismáticas ou filatélicas.
Quanto as curiosidades, em geral são
citadas informações adicionais como: doador, turnê, artista - quando não
aparece de forma explícita na palheta - e quaisquer outras particularidades,
tais como... a briga-de-cachorro no chão do teatro para consegui-la... (quem vai a shows, na fila da
frente, batalhar palhetas... sabe bem do que estou falando)!!!
Bem, por enquanto é isso!!!
Ah, você já viu a página sobre as Palhetas Manufaturadas? Se não, então dê uma
olhadinha lá, pois tem muitas outras informações bem legais sobre como você
pode fabricar as suas próprias palhetas!!!
Se você tiver algum comentário, critica
e/ou sugestão para melhorar este pequeno informativo sinta-se à vontade para me
enviar um e-mail. A sua participação é sempre muito bem-vinda!!! Para isso, é
só clicar na palheta abaixo!
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